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    Borders, Brexit and the Irish Academic Community
    (The British Academy, 2017-09-01) ;
    In the autumn of 1989 I was part of the worldwide television audience that watched the fall of the Berlin Wall with astonished incredulity. I had grown up in postwar West Germany with the conviction that the Berlin Wall, and the division of the country and of Europe, were the forever-cemented historical outcome of National Socialism and of the Second World War. The historic events of 1989 then taught me the lesson that history is contingent and unpredictable.
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    Os Pintores de W. G. Sebald: a função das belas artes na sua obra em prosa W.G. Sebald’s Painters: the function of Fine Arts in His Prose Works
    (Universidade Federal de Minas Gerais, 2016) ; ;
    Há uma literatura crescente acerca do uso da fotografia por Sebald, que aborda uma certa ambiguidade ontológica que abrange a maior parte das fotos contidas em sua obra. Em Sebald, fotografias tendem a exceder o código simbólico das narrativas; elas frequentemente desestabilizam as relações que se estabelecem entre texto e imagem, vida e morte, trauma e história, lembrança e esquecimento. Nesse contexto, o presente artigo enfoca o tratamento que Sebald deu às Belas Artes em seus escritos, argumentando que na prosa sebaldiana a distinção entre arte e fotografia é significativa tanto em termos estéticos como epistemológicos, e deve, consequentemente, receber uma análise mais detalhada. Enquanto a fotografia tende a explorar as relações entre história e trauma por meio do convite à averiguação do seu próprio estatuto representacional, as obras de arte erudita que figuram na prosa de Sebald se oferecem como um porto seguro para a contemplação terapêutica, um contraponto que manifesta momentos de transcendência. O argumento se desenvolve fazendo referência ao importante ensaio de Sebald sobre o pintor Jan Peter Tripp, e as releituras das obras primas que figuram em Schwindel.Gefühle., Die Ausgewanderten, Die Ringe des Saturn e Austerlitz.
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    Modernist perambulations through time and space: From Enlightened walking to crawling, stalking, modelling and street-walking
    (The British Academy, 2016-10-18)
    Analysing diverse modes of walking across a wide range of texts from the Enlightenment period and beyond, this article explores how the practice of walking was discovered by philosophers, educators and writers as a rich discursive trope that stood for competing notions of the morally good life. The discussion proceeds to then investigate how psychological, philosophical and moral interpretations of bad practices of walking in particular resurface in texts by Franz Kafka, Thomas Mann and the interwar writer Irmgard Keun. It is argued that literary modernism transformed walking from an Enlightenment trope signifying progress into the embodiment of moral and epistemological ambivalence. In this process walking becomes an expression of the disconcerting experience of modernity. The paper concludes with a discussion of walking as a gendered performance: while the male walkers in the modernists texts under discussion suffer from a bad gait that leads to ruination, the new figure of the flâneuse manages to engage in pleasurable walking by abandoning the Enlightenment legacy of the good gait.
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